Só acho estranho que tem muita gente importante quieta nessa hora. A mídia faz o papel do cidadão.
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23.10.09
"Bandidos fardados", sim, perdemos a paciência!
O AfroReggae está na linha de tiro há muito tempo tentando apagar incêndio como um beija-flor e não vejo nada demais virar besouro, abelha fazer do bico, um ferrão. E o Júnior não está pedindo privilégio e sim exigindo direitos que os milhares de jovens que atendem nos projetos deveriam estar também exigindo junto com seus familiares. E nós todos juntos. Não o fazem porque estão sitiados pelos bandidos e pela polícia.
Só acho estranho que tem muita gente importante quieta nessa hora. A mídia faz o papel do cidadão.
Só acho estranho que tem muita gente importante quieta nessa hora. A mídia faz o papel do cidadão.
16.9.09
Vítima pergunta: "a gente vai presa?"
Estar sob risco de vida numa cidade como o Rio De Janeiro é sempre uma possibilidade. Há áreas de risco que podemos evitar e existem outras inevitáveis como quando você cruza algumas rodovias ou os assaltantes invadem sua casa. A classe média vive apavorada trancada nos condomínios e os suburbanos e favelados creêm que não há muito o que fazer: vizinhos de bandidos e policiais são uns céticos.
Num evento totalmente previsível D. Angela moradora do Complexo de Favelas da Maré teve a casa invadida por um dos grupos de bandidos rivais em disputa pelo controle dos pontos de venda de drogas. O grupo cercados pela polícia fez D. Angela e sua família refém e ao fim de algumas horas de negociação os bandidos se entregaram e ela livre do primeiro sufoco foi então conduzida pela mão amiga da polícia e sob o olhar atento da mídia perguntou: -" a gente vai presa?"
Veja aqui a reportagem com vídeo do RJTV
Num evento totalmente previsível D. Angela moradora do Complexo de Favelas da Maré teve a casa invadida por um dos grupos de bandidos rivais em disputa pelo controle dos pontos de venda de drogas. O grupo cercados pela polícia fez D. Angela e sua família refém e ao fim de algumas horas de negociação os bandidos se entregaram e ela livre do primeiro sufoco foi então conduzida pela mão amiga da polícia e sob o olhar atento da mídia perguntou: -" a gente vai presa?"
Veja aqui a reportagem com vídeo do RJTV
24.3.09
Ecos da periferia: 2
Um dia de subúrbio em Copacabana.
Diariamente em toda a região suburbana do Rio que concentra a maioria da população da cidade toca esta mesma trilha sonora.
23.3.09
Ecos da periferia
A periferia exultante avança sobre a pacata zona sul da cidade do Rio de Janeiro, é o morro descendo à cidade e não é para cantar samba, não.Os últimos acontecimentos na zona sul do Rio, envolvendo a polícia e um grupo de traficantes de drogas da favela(?) da Rocinha que tentaram invadir um morro vizinho com acesso por Copacabana via Ladeira dos Tabajaras.
É a não-consciência da classe-média branca medíocre e hipócrita no seu racismo e nos seus preconceitos sociais que explodiu na pré-sinapse como um neurônio dissidente e encarnou sua revolta covarde.
A assutada classe-média não sabe como explicar aos filhos porque não podem ter hoje sua aula de teatro.
Nas seções de leitores da notícia acima, se manifesta uma direita tão raivosa quanto imbecil com seu preconceito racista de entredentes-e-linhas e pede que a polícia faça seu jogo sujo: - matem os favelados!
Mas (um)a polícia num estado de direitos será outra e será que esses vociferantes sairão em mílicias defendendo seus bairros? Sua explicação aos seus filhos será a mesma que manifestam nas colunas dos leitores? Estão parindo uma onda fascista?
Ou quem sabe no seu desespero estarão + próximos de entenderem a questão?
E não é apenas nas grandes cidades, não.
Fonte: Globo On Line
3.2.09
- "Encana o cara!"
Poderia ser um fato banal (e é) um jovem fumando maconha na praia de Ipanema.
Mas dessa vez a PM resolveu "averiguar uma denúncia" e o "usuário" ou suposto fumante não portava a droga e o bafo do maconheiro não é prova cabal, então nem adianta prender o meliante.
A ousadia policial rendeu no território "livre" das areias de Ipanema (herança dos anos 60/70!) vaia, latadas de cerveja e uns côcos naqueles policiais saradinhos de camisetas brancas e shortinho azul cobalto.
Minha comparação óbvia é como se desenrolaria esta situação "na subida do morro" na "entrada da favela" porque "dentro do morro" ou "dentro da favela" só de caveirão.
Lá em Ipanema os policiais surpreenderam e recuaram sem dar uns tirinhos para acalmar a multidão.
Como vivemos numa "democracia racial" onde todos são iguais perante a lei - "os negros sabem o que isso significa".
Proporcionalmente encontrar um negro nas areias de Ipanema é como ir a uma Universidade sempre tem um perdidinho lá (2%).
Então, passou perto, tá no grupo, não é democracia?
- "Encana esse aí também!"
12.7.08
O ovo, A Favorita, o Juiz-Ministro e o Banqueiro Corrupto
Como numa novela da vida real que vai se confundir com uma novela na TV e nos tornando a todos, audiência de um desfecho previsível e anunciado: corrupção, impuneidade e passividade pública.
Alicia carrega um ovo imenso (de avestruz ou de uma serpente Anaconda?) entre as mãos espalmadas na altura do peito, equilibrado entre os seios como uma madona macabra que anuncia o caos.
Céu (nome da personagem) é a gata borralheira e inconsequente como Alícia que irrompe no ringue bêbada, profere algumas palavras agressivas e conclui a cena jogando os ovos que estavam espalhados pelo chão em todos os convidados. Reproduzindo na cena do ringue e da platéia abobalhada uma representação alegórica da nossa vida com um povo alienado diante do espetáculo inverossímel em que se tornou a vida comandada pelo poder da mídia.
Em Brasília o presidente do Supremo Tribunal Federal a mais alta instância de justiça da República manda libertar pela segunda vez em 24 horas um banqueiro (que não era o do "ilegal" e milionário jogo do bicho) que estava preso preventivamente por agir ilegalmente, lavando dinheiro da corrupção roubado do governo através das concorrências superfaturadas e fraudadas e que vai pagar propina a políticos, funcionários, policiais e juízes.
A teia de corrupção que orbita o banqueiro e empresário Daniel Dantas possui ramificações na esfera pública e privada.
Mediante a lei complacente e interpretada ao pé da letra, o juiz-ministro e presidente do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes reitera em despacho que o banqueiro e sua quadrilha devem ser libertados por ser figura pública, endereço conhecido, etc. Em desprezo às evidências e provas preliminares das fraudes milionárias que não constituem para o presidente do Tribunal indícios suficientes para a manutenção da prisão: 1 milhão em dinheiro vivo apreendidos na casa do ex-dirigente de uma das empresas do banqueiro, a oferta e pagamento parcial de propina a um delegado, o dinheiro entregue por funcionários do banqueiro e gravações telefônicas não foram suficientes para que o juíz do STF mantivesse prêso o banqueiro.
Aliás, uma das gravações feitas já previra o desfecho naquela corte de justiça, antecipando o que estava por vir, o banqueiro nelas declarava que temia as instâncias inferiores, mas na cúpula estava tudo garantido. E também políticos outrora respeitáveis (ou tidos como tal) também apoiaram a decisão do juiz.
Enquanto o juiz -presidente do STF defende um corrupto nas ruas a "polícia para o pobre", executa, antecipa condenações fora da lei e preventivamente extermina suspeitos, atinge desavisados, mata, viola direitos, assusta a população encarcerrando-a em suas residências: Medo do bandido e medo da polícia se juntam na forma dada pela mídia para manter o medo, o controle pelo medo, mas ligado na televisão que "tudo vê".
Os ovos são pisados no palco, na cena da novela das oito, e são jogados na platéia atônita que não entende aquela cena de 'arte contemporânea'. Do mesmo modo que não entende, aquilo que não se sabe mais se é 'vida real' ou 'novela da vida' passada no noticiário.
A realidade é tornada ficção no noticiário e também nas cenas produzidas pelas decisões jurídicas e políticas das mais altas instâncias de poder. Aquela decisão que não profere matar o cidadão fisicamente, mas que anula a sua inteligência e vontade substituída pela ira sem revolta e direção certa que vai explodir na próxima cena de violência no trânsito, na família. Abobalhado diante do achincalhe a que é submetido cotidianamente pelos ursupadores da cidadania acobertados pela força das "suas leis" e das armas legais e ilegais portadas pelos próceres bem pagos com o dinheiro público.
A teia de corrpção é pública, anunciada e antecipada em seu desfecho como nos capítulos da novela, onde hoje a velocidade da informação e antecipação do amanhã se tornaram a pedra-de-toque da munutenção do dia-a-dia. Não vivemos mais sem o amanhã antecipado. Na novela da TV e na novela da vida pública nos tornamos forçosamente audiência sem direito a feedeback, só nos oferecem replay.
21.6.08
Morro da Providência, zona de exclusão
O atual episódio do Morro da Providência é emblemático numa época dita democrática.
“A poesia existe nos fatos. Os casebres de açafrão e de ocre nos verdes da Favela, sob o azul cabralino, são fatos estéticos” Oswald de Andrade, Manifesto da Poesia Pau-Brasil, 1924
No Morro da Providência as tropas do exército acentuam a exclusão social dos civis agindo como tropa de ocupação de um território inimigo.
A inocência infantil e a ingenuidade adolescente contrastam com o regime de medo imposto por tropas do exército que agem como tropa de ocupação.
“A poesia existe nos fatos. Os casebres de açafrão e de ocre nos verdes da Favela, sob o azul cabralino, são fatos estéticos” Oswald de Andrade, Manifesto da Poesia Pau-Brasil, 1924
óleo/tela 64 X 76cm
"Tarsila 1924"
"Tarsila 1924"
Em 1924 os modernistas podiam interpretar com uma visão idílica na pintura e na literatura a 'moderna favela' habitada do gente pobre e feliz era o olhar estrangeiro adaptado no trópico. Contemporânea da República e sub-produto da tardia afirmação burguesa brasileira e da urbanização excludente. O Morro da Favela está localizado no centro da antiga capital republicana a poucas centenas de metros da praça de sua proclamação.
Até agora a midia passou para a sociedade a imagem de que a ditadura nas comunidades pobres era dos traficantes, inclusive politizando seu discurso contra "o tráfico" principalmente depois de expor seus profissionais em aventuras em "zonas de guerra" ou de "exclusão social" para colherem 'in loco' flagrantes dos 'fora da lei'. O desfecho trágico culminou com o assassinato do Tim Lopes cumprindo tarefa profissional para o jornal O Globo e agora um grupo de jornalistas faziam o mesmo para o jornal O Dia, não morreram mas foram torturados.
Ao depositar parte da sua indignação contra as violências cometidas contra os jornalistas estas empresas de mídia "sentiram na pele" um pouco do que a população desprotegida nestas comunidades sentem pela ditadura armada do tráfico, da polícia e agora do exército. Pouco mudou, mas parece que mudou, ou melhor, a mídia, nesse episódio do Morro da Providência deixou de fazer coro com o discurso da polícia de criminalizar as manifestações de Basta! que estas populações tentam fazer ecoar há muito tempo.
A ditadura caiu, mas apenas para aquela parte ascendente da burguesia fora dos negócios da ditadura e aspirante das novas oportunidades da economia mundial, para a classe-média criada na época, usufrutuária dos benefícios econômicos e sociais que nunca foram questionadas como cotas de privilégios para estas elites.
Ao depositar parte da sua indignação contra as violências cometidas contra os jornalistas estas empresas de mídia "sentiram na pele" um pouco do que a população desprotegida nestas comunidades sentem pela ditadura armada do tráfico, da polícia e agora do exército. Pouco mudou, mas parece que mudou, ou melhor, a mídia, nesse episódio do Morro da Providência deixou de fazer coro com o discurso da polícia de criminalizar as manifestações de Basta! que estas populações tentam fazer ecoar há muito tempo.
A ditadura caiu, mas apenas para aquela parte ascendente da burguesia fora dos negócios da ditadura e aspirante das novas oportunidades da economia mundial, para a classe-média criada na época, usufrutuária dos benefícios econômicos e sociais que nunca foram questionadas como cotas de privilégios para estas elites.
Mas para as populações das favelas, negros e nordestinos pobres e índios-descendentes desaldeados, a ditadura se manteve pelo silêncio cúmplice da mídia e pelo seu incitamento permanente contra todas as formas de manifestação do protesto contra a exclusão (ou será que só a classe média protesta?) ou da alegria e irreverência jovem do funk, apesar de seus excessos eufóricos, porém criminalizar sempre foi mais fácil do que tentar incluir.
O protagonismo fora-da-lei da tropa do exército e muitas das manifestações oficiais onde prevalece o 'espírito de corpo' demonstram a fraglidade da democracia formal e revela onde a corda arrebenta. Ninguém cumpre a lei, nem o exército antes, nem depois da medida judicial para a sua retirada, os outros casos são sabidos e vezeiros na vida publica nacional.
Mas o que fazia o exécito na comunidade? Realizava uma obra de perfil eleitoreiro encomendada por um senador com o dinheiro público ao custo de R$ 12.000.000,00 do qual recebeu R$ 3.000.000 e continuava sua prestação de serviço protegendo seus técnicos e trabalhadores locais com uma tropa armada.
Privilégio destes trabalhadores e técnicos-militares ou demonstração de força da "presença do Estado" junto a sua população civil? A justificativa da presença do exército contra o tráfico não pode se dar ao 'arrepio da lei' e os fatos demonstram a fragilidade das análises e estratégias feitas em que os relatórios divulgados pela mídia revelam: às estratégias não correspondem os fatos ou vice-versa e tendo este desfecho trágico que do ponto de vista de um objetivo militar são apenas baixas, normal.
Contudo, mais emblemático ainda é o fato de ser a comunidade do Morro da Providência originária em parte dos descendentes dos militares que massacraram a população civil rebelada em Canudos e que supostamente resistia à República, ex-escravos e toda aquela gente que chegava na capital para fundir no samba e no candomblé sua identidade.
No Morro da Providência se encontra um dos paradoxos da República brasileira, usar o povo contra o povo, como foi no passado, armando aqueles futuros excluídos para massacrar seus dissidentes, ou como hoje, os novos excluídos, não respeitando nem a memória de seus supostos heróis nas mesmas causas que hoje, invocando a ordem e a obediência envolvem novamente os militares contra o povo em nome da ordem e da segurança do Estado.
O protagonismo fora-da-lei da tropa do exército e muitas das manifestações oficiais onde prevalece o 'espírito de corpo' demonstram a fraglidade da democracia formal e revela onde a corda arrebenta. Ninguém cumpre a lei, nem o exército antes, nem depois da medida judicial para a sua retirada, os outros casos são sabidos e vezeiros na vida publica nacional.
Mas o que fazia o exécito na comunidade? Realizava uma obra de perfil eleitoreiro encomendada por um senador com o dinheiro público ao custo de R$ 12.000.000,00 do qual recebeu R$ 3.000.000 e continuava sua prestação de serviço protegendo seus técnicos e trabalhadores locais com uma tropa armada.
Privilégio destes trabalhadores e técnicos-militares ou demonstração de força da "presença do Estado" junto a sua população civil? A justificativa da presença do exército contra o tráfico não pode se dar ao 'arrepio da lei' e os fatos demonstram a fragilidade das análises e estratégias feitas em que os relatórios divulgados pela mídia revelam: às estratégias não correspondem os fatos ou vice-versa e tendo este desfecho trágico que do ponto de vista de um objetivo militar são apenas baixas, normal.
Contudo, mais emblemático ainda é o fato de ser a comunidade do Morro da Providência originária em parte dos descendentes dos militares que massacraram a população civil rebelada em Canudos e que supostamente resistia à República, ex-escravos e toda aquela gente que chegava na capital para fundir no samba e no candomblé sua identidade.
No Morro da Providência se encontra um dos paradoxos da República brasileira, usar o povo contra o povo, como foi no passado, armando aqueles futuros excluídos para massacrar seus dissidentes, ou como hoje, os novos excluídos, não respeitando nem a memória de seus supostos heróis nas mesmas causas que hoje, invocando a ordem e a obediência envolvem novamente os militares contra o povo em nome da ordem e da segurança do Estado.
1.7.07
Complexo do Alemão começou Quilombo
O Complexo do Alemão ocupa a maior parte da área visível nesta. No centro no ponto azul fica a Igreja da Penha, o marcador amarelo indica uma das entradas da Vila Cruzeiro pela Av. N.S. da Penha, o marcador vermelho indica uma confluência entre Penha e Olaria pelos morros do antigo quilombo.Abaixo á direita na foto, o ponto laranja indica a Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense, o ponto azul em frente é da estação ferroviária de Ramos. Apenas uma pequena área a esquerda da via férrea não envolve o Complexo do Alemão que se prolonga de Ramos até o bairro de Inhaúma, onde fica a pedreira (área mais a esquerda) ainda em operação e local em que o PAC das favelas criará uma área de lazer. São mais de 160 mil moradores (dependendo da fonte consultada). Há uma total ausência de infra-estrutura urbana e sabe-se, o tráfico de drogas ocupa o espaço abandonado pelo Estado há mais de 100 anos. Isto é uma comprovação de que o Estado brasileiro e os governos nunca respeitaram esta população pobre originária de quilombos locais e hoje de maioria nordestina migrantes forçados em busca de trabalho.
Passa despercebidos pelo noticiário, artigos e comentários sobre a guerra contra o tráfico de drogas no Complexo do Alemão (veja os links abaixo) que ali foi uma região quilombola no final do século XIX.
Para os desavisados ou para o ritmo afoito das reportagens diárias se trata de mais um episódio da luta entre policiais e bandidos com vítimas entre a população inocente.
Mas o que está ocorrendo vem há muito sendo alimentado no imaginário social sobre as favelas que a mídia construiu e sustenta na opinião pública que as ações de guerra contra o tráfico de drogas sejam legítimas inclusive com vítimas inocentes.
O desconhecimento sobre estas comunidades impede que se criem políticas públicas adequadas como se pretende com o PAC para favelas, que será anunciado nesta semana:
veja no link: http://www.pt.org.br/sitept/index_files/noticias_int.php?codigo=1396
Os demais links mostram um panorama da região:
Notícia sobra a expectativa de vida.
Projetos da CuFa no Complexo da Alemão: acima.
Núcleu do AfroReggae no Complexo do Alemão.
Últimas matérias publicadas: acima.
Notícias publicadas pelo jornal.
Notícias com vários links.
Resumo do debate sobre as raízes da Violência no Rio realizado na Uerj.
Decretos da Prefeitura do Rio para o Centro de Cidadania e para o Plano de Desenvolvimento Urbanístico do Complexo do Morro do Alemão - PDUCMA.
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